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Para um consumo sustentável

 

O clima está a mudar,

com consequências cada vez mais visíveis

 

Os Invernos Estão Mais Amenos,

com Menos Neve e Mais Chuva

 

Todos os Anos o Desabrochar das Flores e a Chegada dos Pássaros Anunciam a Primavera cada vez mais cedo

 

 

 

O impacto das atividades humanas no clima e na temperatura da Terra é cada vez maior

  • Na pecuária

  • Na queima de combustíveis fósseis

  • No abate da floresta tropical

Estas atividades provocam enormes quantidades de gases, reforçando:

  • o Efeito de Estufa

  • o Aquecimento Global

 

As alterações climáticas afetam todas as regiões do mundo!

 

  • As calotas polares estão a derreter e o nível do mar está a subir

  • A pluviosidade está a aumentar - em algumas regiões

  • As vagas de calor e as secas estão a agravar-se - em algumas regiões

 

Segundo as previsões, isto deverá intensificar-se nas próximas décadas!!

 

Apesar de as alterações climáticas serem um problema mundial, cada um de nós pode contribuir para o resolver.

 

Pequenas mudanças no nosso comportamento permitirão não só reduzir as emissões de gases com efeito de estufa sem afectar a nossa qualidade de vida, como até poupar dinheiro.

 

O CO2, o principal gás com efeito de estufa produzido pela atividade humana, é responsável por 63 % do aquecimento mundial antropogénico. A sua concentração na atmosfera é atualmente 40 % mais elevada do que no início da era industrial. 

 

Outros gases com efeito de estufa são emitidos em quantidades mais pequenas mas retêm mais o calor do que o CO2, em alguns casos cem vezes mais. O metano e o óxido nitroso são responsáveis, respetivamente, por 19 % e 6 % do aquecimento antropogénico.

 

Fusão do gelo e subida

das águas do mar

 

Ao ser aquecida, a água dilata. Simultaneamente, o aquecimento global provoca a fusão dos lençóis de gelo e dos glaciares polares.

 

Combinados, estes dois fenómenos estão a levar a uma subida do nível do mar que tem como resultado a inundação e a erosão de zonas costeiras e de baixa altitude.

Fenómenos meteorológicos extremos, alterações nos padrões de pluviosidade

 

As chuvas torrenciais e outros fenómenos meteorológicos extremos são a tornar-se cada vez mais frequentes, originando em algumas regiões:

  • inundações
  • diminuição da qualidade da água
  • redução crescente de recursos hídricos

Consequências para os

países em desenvolvimento

 

Muitas vezes, os habitantes de muitos países em desenvolvimento dependem do meio natural e dispõem de muito poucos recursos para fazer face às alterações climáticas

Riscos para a saúde humana

 

Em algumas regiões registaram-se um aumento do número de mortes relacionadas com o calor e uma diminuição do número de mortes relacionadas com o frio, noutras regiões

 

Custos para a

sociedade e a economia

 

Os danos patrimoniais, para as infraestruturas e para a saúde humana representam pesados encargos para a sociedade e a economia.

 

Entre 1980 e 2011, as inundações afetaram mais de cinco milhões e meio de pessoas e causaram prejuízos económicos superiores a 90 mil milhões de euros.

 

Os setores dependentes de determinadas temperaturas e níveis de precipitação, como a agricultura, a silvicultura, a energia e o turismo são muito afetados.

 

Riscos para a vida selvagem

 

As alterações climáticas estão a ser tão rápidas que estão a pôr em causa a capacidade de adaptação muitas plantas e animais.

 

Muitas espécies terrestres, de água doce e marinhas já se mudaram para novos habitats.

 

Se as temperaturas médias globais continuarem a aumentar descontroladamente, algumas espécies vegetais e animais ficarão expostas a um risco acrescido de extinção.

 

AQUECIMENTO GLOBAL

 

As centrais elétricas e outras instalações industriais são os principais emissores de dióxido de carbono.

 

Um aumento de 2º C em relação à temperatura na era pré-industrial é considerado pelos cientistas como o limite acima do qual existe um risco muito mais elevado de consequências ambientais à escala mundial perigosas e catastróficas.

 

 

Apesar de as alterações climáticas serem um problema mundial,

cada um de nós pode contribuir para o resolver

Recicla!

A reciclagem de uma lata de alumínio consome dez vezes menos energia do que a sua produção a partir do zero.

 

A produção de papel a partir de jornais antigos consome bastante menos energia do que a sua produção a partir de pasta de madeira.

 

 

Evita os alimentos cuja produção ou transporte exigem grandes quantidades de água e de energia, como a carne e as refeições pré-preparadas

 

 

Há já muitas empresas que fornecem electricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis ou de outras fontes de energia ecológicas.

 

Pede aos teus pais que mudem para um fornecedor de electricidade ecológica, se ainda o não fizeram.

 

E se vives numa zona de clima soalheiro, pede-lhes que instalem painéis solares.

 

 

Cerca de um terço da água que usamos em casa vai pela sanita abaixo, literalmente.

 

Tenta efectuar menos descargas, utilizar a descarga mínima sempre que possível ou reduzir a capacidade do autoclismo.

 

Recolhe água da chuva para regar o jardim ou para lavar o carro. Deste modo, podes poupar até 50% no consumo doméstico.

 

Não deixes a torneira aberta enquanto estás a lavar os dentes ou a loiça e utiliza torneiras de dispersão, que poupam até 80% de água.

 

Verifica se as torneiras estão a pingar ou se há fugas nas tubagens e se assim for repara-as.

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

CAUSAS

CONSEQUÊNCIAS

PROTEGER

CAUSAS

CONSEQUÊNCIAS

Gases com efeito de estufa

PROTEGER

Poupa na utilização de água engarrafada, que é muitíssimo mais cara do que a água da torneira!

 

Na Europa, a água da torneira é boa para beber e, se quiseres, podes adaptar um filtro para a purificar.

A produção e comercialização de água engarrafada consomem energia e nalguns países as garrafas de plástico vão para o lixo, em vez de serem recicladas.

 

Poupa água quente! Se tomares um duche em vez de um banho de imersão, gastas quatro vezes menos energia.

 

Não te esqueças de apagar a luz quando já não é precisa.

 

Nas nossas casas que se gasta 30% da electricidade consumida na UE. Por isso, se todos pouparmos energia, o efeito será considerável.

 

Quando for necessário substituir uma lâmpada, compra uma lâmpada economizadora de energia:

são mais caras, mas duram mais tempo e consomem cinco vezes menos energia do que as lâmpadas convencionais, portanto permitem poupar muito dinheiro.

 

Não deixes o teu televisor, a tua aparelhagem ou o teu computador em modo de espera, ou seja, com a luzinha ligada.

 

Em média, um televisor gasta 45% da energia que consome em modo de espera. 

 

Não te esqueças também de tirar o carregador da tomada quando acabas de carregar o teu telemóvel, pois continua a consumir energia mesmo quando não está ligado ao telemóvel.

Para comprar um frigorífico ou uma máquina de lavar, consulta a etiqueta europeia de eficiência energética, obrigatória para todos os electrodomésticos, e certifica-te de que o aparelho escolhido é de classe A (ou «A++», para os frigoríficos).

Os aparelhos destas classes têm um consumo energético muito eficiente.

 

Se a roupa não estiver muito suja, utiliza o programa económico da máquina de lavar.

 

E quando está bom tempo põe a roupa a secar ao ar livre, em vez de usares o secador eléctrico.

 

Nas lojas e supermercados, procura produtos com o rótulo ecológico europeu, cujo símbolo é uma pequena flor.

 

Estes produtos são fabricados segundo normas ambientais rigorosas.

 

Não aqueças muito a tua casa. Se baixares a temperatura apenas 1°C, podes economizar até 7% na factura energética da tua família.

 

Quando arejas o teu quarto, abre a janela de par em par durante alguns minutos e depois volta a fechá-la, em vez de deixares fugir o calor durante muito tempo.

 

 

Os automóveis particulares são responsáveis por 12% das emissões de CO2 da UE.

 

Usar os transportes públicos ou andar de bicicleta ou a pé são alternativas mais baratas e mais saudáveis.

 

Os teus pais querem comprar um carro novo: pede-lhes que comprem um modelo pequeno e que consuma pouco combustível.

 

Planta uma árvore na escola, no teu jardim ou no teu bairro. Cinco árvores absorvem, em média, 1 tonelada de CO2 durante a sua vida.

 

Se vives num país mais seco, escolhe plantas de jardim adaptadas ao clima e que não precisem de ser muito regadas.

 

Opta por hotéis e destinos de férias que apliquem critérios ambientais (limitação do consumo de água e de energia e redução de resíduos). Reutiliza as toalhas e lençóis, para evitar lavagens desnecessárias.

 

Podem consultar as informações afixadas no salão de exposição para saber a quantidade de CO2 emitida pelos diferentes modelos.

 

O transporte aéreo é a fonte de emissões de CO2 que está a crescer mais depressa a nível mundial.

 

Para distâncias de apenas algumas centenas de quilómetros, usa meios de transporte alternativos como o comboio ou o autocarro!

 

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 Todos estes sinais apontam para

uma aceleração do fenómeno das alterações climáticas - designado por

AQUECIMENTO GLOBAL

 

Se não se fizer nada, o aquecimento global vai mudar drasticamente o mundo e o modo de vida!

 

Milhões De Pessoas Podem Correr Perigo De Morte!

 

 

 

Pequenas mudanças no nosso comportamento

permitirão não só reduzir

as emissões de gases com efeito de estufa sem afectar a nossa qualidade de vida

e  poupar dinheiro

 

O que fazer?

 

Alguns gases presentes na atmosfera terrestre funcionam como as paredes de vidro de uma estufa, retendo o calor do sol e impedindo-o de escapar para o espaço.

 

A atividade humana está a aumentar as concentrações de alguns destes gases:

  • dióxido de carbono (CO2)

  • metano

  • óxido nitroso

  • gases fluorados

CAUSAS DO AUMENTO DAS EMISSÕES

 

A queima de carvão, petróleo ou gás produz dióxido de carbono e óxido nitroso.

 

Abate de florestas (desflorestação): as árvores ajudam a regular o clima absorvendo o CO2 presente na atmosfera. Quando são abatidas, esse efeito benéfico desaparece e o carbono armazenado nas árvores é libertado para a atmosfera, reforçando o efeito de estufa.

Aumento da atividade pecuária: as vacas e as ovelhas produzem grandes quantidades de metano durante a digestão dos alimentos.

Os fertilizantes que contêm azoto produzem emissões de óxido nitroso.